SIM Consultores

Convite-SIM

No mês de setembro, a SIM Consultores realizou em parceria com a APEVI (Associação das Micro, Pequenas Empresas e do Empreendedor Individual do Vale do Itapocú), em Jaraguá do Sul, o curso de Maturidade Emocional.

 Aplicamos uma ferramenta de assessment que analisa a maturidade emocional das pessoas. O objetivo deste mapeamento é a contribuição para a elevação do nível de maturidade do avaliado, para que ele consiga trabalhar melhor no seu dia a dia os desafios e dificuldades existentes.

Participaram do curso 16 pessoas de diversas empresas da região. O índice de aprovação do curso ficou em 85%. Os participantes gostaram muito do conteúdo, da forma como foi tratado o tema e conduzido o curso!

 

 

 Objetivo:

O programa tem o objetivo identificar e desenvolver os comportamentos essenciais do líder, através da prática de atividades, dinâmicas vivenciais e do uso de ferramentas que permitam diagnosticar e propor ações de desenvolvimento, com o uso de planos de ação e execução intermódulos.

 Módulos:

27/09: Módulo I – Competência Interpessoal para o relacionamento – 8 horas

25/10: Módulo II – A importância da Comunicação e do Feedback -  8 horas

22/11: Módulo III – Liderança Pedagógica –8 horas

13/12: Módulo IV – Desenvolvimento de equipes – 8 horas

17/01: Módulo V – Delegação e Conflito – 8 horas

 Carga Horária:

40 horas – 5 encontros de 8 horas aos sábados.

Será realizado na cidade de Joinville (Hotel Alven).

 Metodologia:

Vivencial e teórica

 Atividades:

Palestras

Reflexões individuais

Discussões em grupo

Atividades artísticas

Dinâmicas

Aplicação de inventários

Trabalho intermódulos (plano de ação)

 Clientes atendidos:

WEG, Salfer

 Investimento

R$ 1.560,00/ por participante

 Consultores:

- Sandra EGF Bergamo: Trabalha com Coaching e Desenvolvimento de Lideres Coachs, Facilita o Processo de Mudança e Desenvolvimento Organizacional baseado  na forma de comunicar com clareza e transparência, qual o caminho, os papeis, as responsabilidades. Acredita que tudo tem um tempo certo para ser feito e uma forma que facilita o trabalho. Modelagem organizacional e funções estratégicas. Formada em Coaching pelo ICI e reconhecida pelo ICF, certificação em instrumentos de avaliação de Perfil Comportamental. Possui a formação como Líder Facilitador e Aprofundamento pela Adigo Consultores. Aconselhadora Biográfica reconhecida pela Associação Biográfica Brasileira.  Mestre em Administração ESAG/UDESC, MBA em Administração, Pós-graduada em Dinâmicas dos Grupos e Recursos Humanos. Bacharel em Administração de Empresas.

- Isabel Florêncio: Especializada em Gestão Estratégica de Pessoas pela PUC-PR, formação em Líder facilitador e Consultor interno pela Adigo Consultores e Bacharel em Administração pela Univille. Experiência de 10 anos em Recursos Humanos. Atuou como coordenadora de Recursos Humanos em empresa de serviços de grande porte. Possui a formação como Líder Facilitador pela Adigo Consultores. Pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas.

 Contato e inscrições:  

Isabel Florencio – (47) 9948-7715 ou isabel.florencio@simconsultores.com

Por muitas vezes somos procurados pelos clientes para conversar sobre alguns de nossos produtos como treinamento e o coaching e qual é o melhor momento de sua aplicação.

Aproveito para escrever sobre a utilização dos dois produtos e suas vantagens de forma a contribuir com a visão de melhor aproveitamento do uso de cada um.

No treinamento trabalhamos conceitos e sua aplicação de forma a dar uma nova perspectiva de conteúdo e de prática do mesmo. Ajuda muito quando se quer que o profissional absorva uma gama maior de conteúdos e tenha uma primeira prática sobre o tema. O treinamento possibilita o contato e troca com outros participantes que enriquece e amplia o conhecimento do profissional permitindo que este faça benchmarking de práticas e de possibilidades de aplicação .

O Coaching por sua vez tem por objetivo trabalhar de forma específica algumas habilidades, atitudes e comportamentos que estejam sendo demandados do coachee (quem recebe o coaching) para acelerar o seu desenvolvimento e melhorar a performance de sua atuação.

Pode ser feito individual, ou em grupo. Ajuda muito por se tratar de um treino frequente onde o coachee pratica o novo comportamento e modela a sua forma de atuar, sendo orientado e acompanhado pelo coach que o ajuda facilitando com perguntas, instigando novas maneiras de abordagem  de atuação.

O treinamento é mais abrangente e o coaching é mais específico e individualizado. Ambos podem ser usados com ótimos resultados, dependendo da expectativa que se tem de tempo de resposta.

O treinamento vai depender da absorção do conteúdo pelo participante e o quanto este incorpora o aprendizado dos novos conteúdos a sua rotina. O coaching de forma mais objetiva atua diretamente na modelagem de atitudes e competências podendo ser percebido prontamente.

 

Ambas as formas apresentam bons resultados cada uma na sua especialidade.

 

Sandra EGF Bergamo

“ Para construir uma reputação leva anos,

para derrubá-la basta alguns minutos.”

 A primeira letra do alfabeto, a primeira linha quando se faz pesquisa no Google, o primeiro nome que vem a mente quando as pessoas são questionadas. Acredito que seja essa a posição que a maioria dos profissionais gostaria de ter.

Ser um profissional de destaque em sua área de atuação, ter as melhores ofertas de trabalho, ser valorizado e receber de acordo com o seu valor profissional, ser chamado para falar, ser procurado para dar opinião e ajudar a resolver dificuldades, tirar dúvidas e ajudar a resolver problemas.

Pense você agora, se você fosse questionado sobre um profissional de gabarito que seja referência em sua área de atuação, quem seria e porque ele seria um profissional de destaque, de quem você falaria? Quem são as referências na sua área de atuação? Em quem você projeta a sua imagem profissional e busca modelos e caminhos para você mesmo se tornar uma referência.

O primeiro ponto a ser observado para que você possa responder e focar o tema é rever o que é referência para você. De alguma maneira você tem o desejo ou a vontade de se tornar o melhor na sua área de atuação, então a primeira coisa que precisa fazer é alinhar quais são os critérios pelos quais você busca referências quando precisa de algo, para então saber o que você valoriza.

O segundo ponto que deve ser considerado é checar o que verdadeiramente é referência no seu mercado de atuação. Este ponto ajuda a sair da entropia de achar que o seu quadro de critérios e valores são únicos.

O terceiro ponto a ser observado é quais as tendências para seu segmento de mercado. Como se você refletisse sobre o que existirá de novo daqui a um, três ou cinco anos na sua área de atuação.

Todas estas referências na verdade são para provocar a reflexão sobre o que você pretende fazer de sua carreira, quais as expectativas que tem para seu desenvolvimento e que trajetória quer fazer.

Poderia ainda perguntar de outra maneira para que faça mais sentido para você:

Por que você trabalha nessa área de atuação? Se as respostas forem por que você gosta do que faz, tem interesse em melhorar algo, porque quer criar algo novo ou porque acredita é o melhor que você pode fazer para chegar a onde quer, já estamos conversados.

Se as respostas estiverem mais ligadas a reflexões do tipo foi o que eu consegui, foi a faculdade que eu passei, foi o emprego que conseguiram para mim ou é um mercado que da dinheiro… Questiono até onde isso o levará e até onde essa atuação tem sustentação.

Claro que devemos descontar os extremos. Mas acredito que deve ser um mix entre ter prazer e resultado no que você faz. O brilho nos olhos precisa aparecer, a paixão ao defender uma idéia, a determinação e a persistência para lidar com os obstáculos que surgirem vai depender muito mais do quanto se gosta do que se faz do que somente o quanto se ganha com o que se faz.

Nesta questão em particular não existe certo ou errado tem somente quadros de referência sobre o assunto, por isso deixo as questões para você refletir e poder ver o que faz sentido.

Você já pensou sobre esta questão? O que se pode dizer a respeito?

 
Sandra EGF Bergamo.

  • 22
  • jul

Sua empresa tem metas, certo?

Todos na empresa sabem quais são elas?

Como está o comprometimento com o atingimento da meta?

 Independente do tamanho da sua empresa ou do ramo de negócios em que você atua, você e sua equipe precisam ter metas. Sem sombra de dúvida todas as empresas e equipes dedicam-se fortemente a fazer o melhor, esforçam-se ao máximo, sempre procurando melhorar seus resultados dia-a-dia. Mas, por incrível que pareça, nem todas as empresas estabelecem metas claras para sua empresa e suas equipes, em especial as micro e pequenas empresas, e as empresas familiares.

No filme “Alice no país das Maravilhas”, a personagem Alice pergunta ao Coelho “Qual caminho a seguir ?”, e ele pergunta a ela: “Para onde você quer ir?”. Ela responde: “Não sei”. E ele diz: “Então qualquer caminho serve!”

As metas são fundamentais para dar um norte à empresa, para a equipe e para o profissional. Quando se sabe exatamente aonde se quer chegar o caminho fica mais fácil e mais motivador.

Imagine você em férias, planejando sua viagem para a praia. Certamente você estará definindo qual praia você vai, qual hotel via ficar, que passeios fará que dia vai chegar e que dia voltará. É motivador, não é mesmo? E fica tudo mais fácil quando planejado e definido antecipadamente. Tudo isso são metas que você está planejando para suas férias. Você deve fazer o mesmo com sua equipe.

Assim como nas férias, onde você decide tudo em conjunto com sua família, amigos ou seu parceiro, as metas na empresa devem ser definidas com a participação de todos os envolvidos. Quando o profissional participa ativamente da discussão e da decisão das metas, tendo a oportunidade de expor sua opinião, o seu comprometimento com o resultado é sempre maior, já que ele participou e aceitou o desafio proposto.

Uma meta não deve ser determinada unicamente “de cima para baixo”, ou seja, do dirigente para os subordinados, sem qualquer negociação entre as partes. Um dos maiores riscos é a meta ser maior do que a equipe acredita que deva ser e não concordar com a ela. Embora não digam isso ao chefe, e como não acreditam que vão atingi-la, nem mesmo se esforçarão.

Uma meta boa é aquela onde a equipe acredita que vá alcançar. Mas não dê moleza, não pode ser fácil demais. Toda meta deve ser desafiadora, tem que exigir um esforço adicional e tirar a equipe da zona de conforto. Como diz Sun Tzu em seu centenário livro A Arte da Guerra:

Mire a Lua para acertar uma Águia,

“pois se você mirar uma Águia você pode acertar uma pedra.”

 

Ao estudar, planejar e definir as metas é necessário ter critérios bem definidos para servir como base para se chegar aos números finais. Uma meta sem referência é apenas um sonho, um desejo. Há empresas que definem suas metas com base no mesmo período, mês ou trimestre do ano anterior, apenas acrescentando um percentual de crescimento. Mas será que o mercado não mudou de um ano para o outro? Certamente a economia mudou, a concorrência mudou, a equipe mudou, a empresa mudou. Outras empresas utilizam apenas o mês anterior como referência, também agregando o percentual de crescimento desejado, e isto também não é o suficiente. Ao longo do ano, todo ramo de atividade tem sua sazonalidade e particularidades. Natal, inverno, dia das mães, férias, feiras anuais do setor, são apenas alguns exemplos que fazem com que certos períodos sejam únicos ao longo do ano.

Dessa forma utilizar apenas um critério para definição da meta é insuficiente, e normalmente não retrata a realidade, nem serve de referência atualizada. Então deve-se levar em conta diversos critérios, entre eles o resultado do mesmo período no ano anterior e do mês anterior sim, e também as previsões econômicas, a situação dos concorrentes, a realidade da equipe, a capacidade de entrega da empresa, e época do ano, e outros que julgar pertinentes.

E quais os tipos de metas você utiliza? Apenas faturamento? Será que é só isso que é importante para sua empresa? E como você divide as metas entre sua equipe? De forma igual para todos? Ou utiliza critérios como experiência, região, entre outros?

Bem, mas isso fica para um próximo artigo.

Paz e Sucesso.

Marcelo Bergamo