SIM Consultores

Nos dias 16 e 30 de maio, finalizamos mais duas turmas do Programa Práticas da Liderança, com gestores da WEG. O trabalho foi muito bom, contamos com a participação e envolvimento de todos!

O feedback das turmas foi bastante positivo a respeito da didática, conteúdo e aplicação das ferramentas apresentadas.

Desejamos a todos muito sucesso!!

No dia 14 de maio, a SIM Consultores marcou presença na Feira FIPES – Feira Industrial de Produtos e Serviços, promovida pela APEVI em Jaraguá do Sul.

Foi um ótimo momento para fazer contatos e reencontrar amigos e clientes.

Sobre a feira: http://www.apevi.com.br/fipes/

 

Na última semana, dia 09 de maio, finalizamos a primeira turma de 2014 do Programa Práticas da Liderança, com gestores da WEG. O trabalho com a turma foi muito produtivo e bem aproveitado.

Desejamos a todos muito sucesso!!

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  • 4
  • fev

O Programa Práticas da Liderança está em andamento para 26 gestores na empresa Salfer. Este trabalho iniciou em setembro deste ano e já foram realizados três módulos. No ano de 2014, ainda realizaremos dois módulos e concluímos o programa em fevereiro.

Estamos satisfeitos com o resultado do trabalho e feedback que estamos recebendo dos participantes. A maioria afirma que o treinamento e ferramentas apresentadas tem aplicabilidade e pode contribuir muito com a gestão de sua equipe no dia a dia.

Por muitas vezes somos procurados pelos clientes para conversar sobre alguns de nossos produtos como treinamento e o coaching e qual é o melhor momento de sua aplicação.

Aproveito para escrever sobre a utilização dos dois produtos e suas vantagens de forma a contribuir com a visão de melhor aproveitamento do uso de cada um.

No treinamento trabalhamos conceitos e sua aplicação de forma a dar uma nova perspectiva de conteúdo e de prática do mesmo. Ajuda muito quando se quer que o profissional absorva uma gama maior de conteúdos e tenha uma primeira prática sobre o tema. O treinamento possibilita o contato e troca com outros participantes que enriquece e amplia o conhecimento do profissional permitindo que este faça benchmarking de práticas e de possibilidades de aplicação .

O Coaching por sua vez tem por objetivo trabalhar de forma específica algumas habilidades, atitudes e comportamentos que estejam sendo demandados do coachee (quem recebe o coaching) para acelerar o seu desenvolvimento e melhorar a performance de sua atuação.

Pode ser feito individual, ou em grupo. Ajuda muito por se tratar de um treino frequente onde o coachee pratica o novo comportamento e modela a sua forma de atuar, sendo orientado e acompanhado pelo coach que o ajuda facilitando com perguntas, instigando novas maneiras de abordagem  de atuação.

O treinamento é mais abrangente e o coaching é mais específico e individualizado. Ambos podem ser usados com ótimos resultados, dependendo da expectativa que se tem de tempo de resposta.

O treinamento vai depender da absorção do conteúdo pelo participante e o quanto este incorpora o aprendizado dos novos conteúdos a sua rotina. O coaching de forma mais objetiva atua diretamente na modelagem de atitudes e competências podendo ser percebido prontamente.

 

Ambas as formas apresentam bons resultados cada uma na sua especialidade.

 

Sandra EGF Bergamo

Concluímos em outubro, a décima segunda turma do Programa Práticas da Liderança, com gestores da WEG.

Este projeto está em andamento desde o ano passado. Em 2012, atendemos 100 gestores, em 2013 foram 200. Formando assim, aproximadamente 300 gestores em nosso programa.

O objetivo deste trabalho é de facilitar o uso consciente de ferramentas para a liderança de equipes e identificar e desenvolver os comportamentos essenciais do líder, através de atividades e dinâmicas vivenciais.

O resultado é proporcionar aos participantes ferramentas que facilitem a gestão de pessoas no seu dia a dia. Ficamos muito satisfeitas com a evolução dos participantes e os depoimentos que recebemos.

Um dos valores da SIM é facilitar o aprendizado, desta forma acreditamos que desenvolver e aplicar este programa mostra que estamos no caminho certo!

 

Todo empresário, líder ou profissional de RH passa por esse dilema quando tem um profissional em sua equipe ou na empresa que não tem certas competências fundamentais para dar respostas as necessidades do negócio.

O que é melhor? Abrir um processo de seleção e substituir esse profissional ou investir no desenvolvimento dessas competências nele?

Tudo dependerá do tempo que se tem para investir e que tipo de competência se faz necessária para o atingimento deste resultado.

Sabe-se que os dois processos levam tempo e demandam investimentos.

Contratar alguém exige que se definam: qual o tipo de perfil que se deseja; quais as experiências que são necessárias e quais são os resultados se espera que o novo profissional traga para a organização e em que espaço de tempo.

O contratar é um processo que requer investimento e apoio para que aconteça. O tempo para se contratar alguém varia muito. Quanto mais alto o cargo na hierarquia organizacional, mais tempo levará, pois as exigências são maiores e específicas, o que torna o trabalho mais criterioso.

Podemos enumerar algumas vantagens do processo de contratação de novos profissionais: aumentar uma competitividade entre os pares, ter alguém que por um período irá questionar os processos e o status quo existentes. Perguntará com freqüência por que não?  Alguém trará pra a organização uma visão de outras culturas organizacionais e exemplos de como as coisas eram feitas em outros negócios.

O desenvolver competências técnicas e competências interpessoais também têm seu tempo entre o treinar, pois existe uma curva de aprendizado onde as competências são estabelecidas e devem modificar a forma de atuação do profissional.

Algumas vantagens do processo: o profissional já conhece a cultura, já entrega um resultado e o que se espera é poder melhorar e qualificar o seu processo de entrega. Será exemplo para equipe e outros profissionais de que a empresa investe e acredita na prata da casa e que cuida do planejamento de carreira dos profissionais.

Por isso acreditamos que deve ser feita uma análise profunda entre o momento da empresa e o que poderá contribuir mais para os objetivos do negócio, a cultura organizacional, e os resultados esperados.

Investir no capital humano é o melhor retorno que se pode ter sobre seu capital, pois este rende em ideias, criações e soluções que só a genialidade humana pode nos dar. O insight de fazer a diferença na hora que o bicho pega.

Reforçamos que ambos os processos podem enriquecer muito a organização e a equipe de trabalho, pois das duas formas se agregará valor ao que já se realiza hoje. Contratar é trazer o sangue novo e mexer com a estrutura existente, desenvolver dará sustentação e consolidará quem já esta na casa.

 

Sandra EGF Bergamo.

“ Para construir uma reputação leva anos,

para derrubá-la basta alguns minutos.”

 A primeira letra do alfabeto, a primeira linha quando se faz pesquisa no Google, o primeiro nome que vem a mente quando as pessoas são questionadas. Acredito que seja essa a posição que a maioria dos profissionais gostaria de ter.

Ser um profissional de destaque em sua área de atuação, ter as melhores ofertas de trabalho, ser valorizado e receber de acordo com o seu valor profissional, ser chamado para falar, ser procurado para dar opinião e ajudar a resolver dificuldades, tirar dúvidas e ajudar a resolver problemas.

Pense você agora, se você fosse questionado sobre um profissional de gabarito que seja referência em sua área de atuação, quem seria e porque ele seria um profissional de destaque, de quem você falaria? Quem são as referências na sua área de atuação? Em quem você projeta a sua imagem profissional e busca modelos e caminhos para você mesmo se tornar uma referência.

O primeiro ponto a ser observado para que você possa responder e focar o tema é rever o que é referência para você. De alguma maneira você tem o desejo ou a vontade de se tornar o melhor na sua área de atuação, então a primeira coisa que precisa fazer é alinhar quais são os critérios pelos quais você busca referências quando precisa de algo, para então saber o que você valoriza.

O segundo ponto que deve ser considerado é checar o que verdadeiramente é referência no seu mercado de atuação. Este ponto ajuda a sair da entropia de achar que o seu quadro de critérios e valores são únicos.

O terceiro ponto a ser observado é quais as tendências para seu segmento de mercado. Como se você refletisse sobre o que existirá de novo daqui a um, três ou cinco anos na sua área de atuação.

Todas estas referências na verdade são para provocar a reflexão sobre o que você pretende fazer de sua carreira, quais as expectativas que tem para seu desenvolvimento e que trajetória quer fazer.

Poderia ainda perguntar de outra maneira para que faça mais sentido para você:

Por que você trabalha nessa área de atuação? Se as respostas forem por que você gosta do que faz, tem interesse em melhorar algo, porque quer criar algo novo ou porque acredita é o melhor que você pode fazer para chegar a onde quer, já estamos conversados.

Se as respostas estiverem mais ligadas a reflexões do tipo foi o que eu consegui, foi a faculdade que eu passei, foi o emprego que conseguiram para mim ou é um mercado que da dinheiro… Questiono até onde isso o levará e até onde essa atuação tem sustentação.

Claro que devemos descontar os extremos. Mas acredito que deve ser um mix entre ter prazer e resultado no que você faz. O brilho nos olhos precisa aparecer, a paixão ao defender uma idéia, a determinação e a persistência para lidar com os obstáculos que surgirem vai depender muito mais do quanto se gosta do que se faz do que somente o quanto se ganha com o que se faz.

Nesta questão em particular não existe certo ou errado tem somente quadros de referência sobre o assunto, por isso deixo as questões para você refletir e poder ver o que faz sentido.

Você já pensou sobre esta questão? O que se pode dizer a respeito?

 
Sandra EGF Bergamo.

  • 7
  • ago

Uma das principais questões de todos empresários, não só de micro e pequenas empresas, é como ampliar as vendas. Esse crescimento das vendas pode ser planejado através da “Matriz de Ansoff”, mais conhecida por Matriz Produto / Mercado, a qual permite utilizar quatro estratégias com o objetivo de  crescimento das vendas.

A primeira estratégia é a “Penetração de Mercado”. O objetivo é estimular seus atuais clientes a consumir mais seus produtos (maior volume ou com maior freqüência), atrair clientes da concorrência, e convencer não usuários dos seus produtos a consumi-los. Através de promoções de vendas e de um incremento na publicidade se pode alcançar esses objetivos. O resultado é rápido e certo, porém é limitado, reduz as margens e aumenta os custos. Deve-se utilizá-la com cautela.

O “Desenvolvimento de Mercado” consiste em incrementar as vendas através da entrada em mercados novos com os produtos atuais. Buscar clientes em outras cidades, abrir uma nova loja, contratar representantes para novas regiões, ou mesmo abordar segmentos de mercado ainda não atendidos são formas de expandir as vendas. Sua vantagem é que não exige necessariamente grandes investimentos, o resultado é certo, e o conhecimento e prestigio da empresa facilitam a entrada em novos mercados. Contudo, os resultados são mais lentos.

A terceira estratégia é a de “Desenvolvimento de Produtos”. Muito utilizada, e uma das melhores, essa estratégia aproveita os clientes da empresa, e o prestigio que já tem com eles, para oferecer novos produtos e fazer vendas cruzadas. É uma estratégia segura e rápida, e que deve ser auxiliada com mais publicidade e comunicação.

A última estratégia é a de “Diversificação”. Entrar em mercados novos, com produtos novos, pode se mostrar uma oportunidade, porém os custos, os riscos e a previsão de retorno, devem ser muito bem avaliados.

Boas Vendas !

Marcelo Bergamo